Nomadismo digital – Nosso ponto de vista Parte I

Muito se fala neste novo (nem tão novo assim) termo: nomadismo digital. Tem até empreendimentos exatamente com este nome (www.nomadesdigitais.com.br).

O termo pode parecer novo, pois surgiu com a internet e com a II revolução trabalhista, aquela que está retirando os trabalhadores de seus postos físicos e mandando eles para suas casas.

Somente esta revolução é assunto para um outro post.

Estes trabalhadores, nômades, se vêem libertos do compromisso e das amarras que o escritório impõe, deixando mais liberdade para viverem viajando.

Isso não significa uma vida com 100% do tempo sem compromissos, pois esta nova classe surge com responsabilidades iguais ou ainda, maiores que a de um colega no escritóro.

Nesta nova classe, temos 2 tipos: os funcionários (CLT ou não) e os empresários/autônomos.

Vamos falar um pouco do funcionário. As cobranças tem que ser obrigatoriamente por metas, volume, etc. e não mais pelo tempo dispendido trabalhado.

Imagine agora, que seu empregador deve estar habituado com estas novas formas de controle.

Temos as empresas “digitais” que acredito que foram as primeiras a começar com esta nova forma de serviço.

Os empreendedores/empregadores digitais já entendem esta nova forma e podem ser mais sucetíveis a apoiar esta nova forma, aumentando o nomadismo digital.

Mas e as empresas tradicionais?

Mas não se engane, existem ainda, alguns escritórios de advocacia que já estão trabalhando com este modelo.

Isso mostra uma inclinação de uma outra classe de empresários a pensar neste modelo.

Muitos pontos pesam: diminuição de despesas com transporte e infraestrutura, são um exemplo.

Lembre-se que como a legislação ainda não está 100% adaptada para este modelo, muitas lacunas ainda existem.

Quem paga pelo acesso a internet? Quem paga pelo novo computador? Estas são apenas algumas dúvidas.

Voltamos ao ponto: vou propor para o meu chefe o trabalho remoto. Boa!

Faça como sugere o mestre @TimFerris em seu livro “4 horas de trabalho por semana”: tente. Proponha alguns dias por semana como teste.

E assim vá construindo a sua reputação como um colaborador que “entrega” entregáveis tanto como qualquer outro funcionário.

Mas ainda, existem milhares de novas vagas que já são oferecidas neste modelo: desenvolvedores, designers, jornalistas, etc.

É só procurar, existem realmente muitas vagas. Mas para ocupar qualquer cargo em uma corporação com trabalho presencial, você precisa se qualificar e se destacar.

Mostre seu potencial, ele vai ser o diferencial, quando apresentado ao lado de suas qualificações.

Não podíamos deixar a nossa melhor dica: baixe seu e-book gratuitamente.

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *